A fim de reduzir a dependência do país em combustíveis fósseis, como petróleo e seus derivados, o governo chileno tem promovido o uso de fontes renováveis não convencionais (URE), entre os quais a energia solar.
Em outubro de 2008 ele se juntou ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria um incentivo fiscal para financiar os sistemas solares térmicos, que servem para abastecimento de água quente, aquecida pelo sol, as casas de famílias de baixa e média renda.
O benefício é decrescente quanto maior o valor da habitação, no caso de ser instalado para uma única habitação. Se o sistema é usado por mais de uma habitação, o benefício será distribuído entre as famílias aproveitam do sistema.
Respeito das habitações existentes, a lei autorizava o presidente a estabelecer, por decreto, um mecanismo de financiamento para aquecedores solares de água termal e sua instalação em uso habitacional.
Com este novo regulamento, houve um duplo efeito positivo, porque não só promove o uso de fontes de energia renováveis e de baixo custo, mas também ajuda nas despesas domésticas.

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